Capítulo 1.5 — Feature engineering e feature stores¶
🎯 Objetivo¶
Tratar features como artefatos de produto, não como detalhe técnico.
🧠 Conceito¶
Uma feature em produção tem:
- definição (lógica computacional);
- esquema (tipo, nullability, faixa);
- proprietário;
- SLA de freshness;
- contrato com consumidores;
- versionamento;
- monitoramento.
Uma feature store (Feast, Tecton) separa:
- Offline store - usado para treino e backfill.
- Online store - usado para inferência de baixa latência.
A consistência entre os dois é a fonte mais comum de bugs sutis (point-in-time correctness).
🏗️ Padrões¶
- Point-in-time correctness - features no momento do evento, não no momento da query.
- Backfill controlado - recomputação de features históricas.
- Lineage - qual feature deriva de qual.
🚨 Modos de falha¶
- Treinar com snapshot atual e servir com feature defasada.
- Definir feature em dois lugares (notebook e produção) e divergir.
- Feature com leakage temporal sutil.
🧰 Exemplo prático relacionado (planejado)¶
EX-ML-02- feature store mínima com Feast em modo local.
📌 Checklist¶
- [ ] Features têm definição única e versionada?
- [ ] Há paridade entre offline e online?
- [ ] Há lineage e ownership?
📚 Referências¶
- Feast - Point-in-time joins: https://docs.feast.dev/getting-started/concepts/point-in-time-joins
- Feast -
get_historical_features: https://docs.feast.dev/reference/offline-stores - Tecton - Feature Store concepts: https://docs.tecton.ai/docs/introduction