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Síntese da Parte 2

Parte 2 tratou o LLM como componente probabilístico dentro de uma arquitetura maior. Os pontos que ficaram estabelecidos:

  • Fundamentos importam para decisões de produção, não para treinar modelo do zero. Tokenizer, KV cache, prefill vs decode e sampling determinam custo, latência e variância.
  • Quantização e compressão trocam precisão por capacidade. O ganho só é real quando o kernel suporta o formato no hardware-alvo -meça, não suponha.
  • Context engineering é mais importante que prompt engineering. Selecionar, ordenar e formatar o que entra no contexto pesa mais do que tentar arrancar performance com instrução melhor.
  • Structured outputs garantem forma, não conteúdo. Validação continua sendo responsabilidade da aplicação.
  • AI gateways são camadas de governança operacional, não mecanismos de segurança nem substitutos de evals.
  • RAG é o caminho dominante para conhecimento corporativo, mas só funciona quando filtros, reranker, chunking, freshness e isolamento por tenant estão tratados como engenharia, não como detalhe.
  • Embeddings e Matryoshka transformam dimensão de embedding em decisão arquitetural com efeitos diretos em custo, RAM e qualidade.
  • Avaliação de LLM é um sistema próprio, com datasets versionados, golden + adversarial + regression e revisão humana onde aplicável.

A Parte 3 sobe um degrau: agentes assumem ação no mundo, e tudo o que foi discutido sobre LLM passa a operar dentro de um loop autônomo com tools, memória e estado.