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Capítulo 2.3 — Prompt engineering e context engineering

🎯 Objetivo

Diferenciar prompt engineering (formular instruções) de context engineering (montar o conjunto correto de informações que o modelo verá).

🧠 Mudança de mentalidade

Prompt engineering: como pedir melhor?
Context engineering: o que merece entrar no contexto, em que ordem,
                    com que formato, com que confiança e com qual orçamento?

🏗️ Camadas de contexto

  1. Normativa: system instructions, políticas, escopo.
  2. Identidade e tenant: usuário, organização, papéis, permissões.
  3. Situacional: tarefa, parâmetros, histórico recente.
  4. Operacional: tools disponíveis, tool results, checkpoints.
  5. Cognitiva: plano, working memory, hipóteses transitórias.
  6. Grounding: documentos, citações, fatos recuperados.
  7. Contrato de saída: schema, formato, critérios de sucesso.

🚨 Anti-padrões de contexto

  • Jogar documentos inteiros no prompt.
  • Misturar instruções com dados do usuário.
  • Tool descriptions enormes.
  • Histórico infinito.
  • Memória sem consentimento.
  • Contexto sem source IDs.
  • Structured output apenas no prompt (sem schema nativo).

🛡️ Prompt caching

  • Reduz custo e latência quando há prefixos estáveis.
  • Funciona melhor com instruções, políticas e schemas de tools no início.
  • Cuidado: caching mal desenhado pode mascarar mudança de política ou versão. Inclua versão nos metadados de execução.

📚 Referências