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Capítulo 3.4 — Padrões de arquitetura

🎯 Objetivo

Mapear padrões com seus quando-usar e quando-evitar.

📊 Tabela de padrões

Padrão Quando usar Quando evitar Riscos Controles
Single-agent Tarefa curta, poucas tools Processo crítico longo Tool misuse Tool limits, evals
Planner-executor Tarefa multi-etapa auditável Tarefa trivial Plano ruim/caro Plano estruturado, approval
Router Vários modelos/pipelines Pouca variação Roteamento errado Métricas e fallback
Evaluator/Critic Qualidade e segurança Como única garantia Viés do juiz Golden set e humano
Multi-agent Paralelismo real Automação simples Custo e coordenação Supervisor, budgets
Workflow-first Processo corporativo Tarefa aberta exploratória Rigidez Exceções e HITL
Event-driven Operação assíncrona Resposta imediata Duplicidade Idempotência
Agent as a service Reuso corporativo Protótipo local Contrato quebrado API versionada
Supervisor Subagentes especializados Equipe sem necessidade Gargalo Políticas e tracing
State machine + LLM Processos críticos Exploração criativa Complexidade Workflow engine

🛠️ Workflow-first como padrão defensável

Para a maioria dos casos enterprise, workflow-first agent (workflow determinístico controlando o fluxo, com LLM em pontos específicos) costuma ser mais defensável do que agentes autônomos livres.

flowchart TD
    START[Início] --> C1[Classificar caso]
    C1 --> RAG[Buscar evidências]
    RAG --> LLM[LLM sintetiza]
    LLM --> DEC{Ação crítica?}
    DEC -->|Sim| HITL[Aprovação humana]
    DEC -->|Não| ACT[Executa ação]
    HITL --> ACT
    ACT --> END[Fim]

🚨 Sobre multi-agent

Multi-agent multiplica custo, latência e risco. Use apenas se houver:

  • decomposição real;
  • paralelismo útil;
  • especialização necessária;
  • protocolo de comunicação;
  • mecanismo de parada;
  • supervisão.